Jean
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Seg Jan 28, 2008 7:34 pm |
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A dica foi dada pelo vice-presidente da GM do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto: 'Vocês terão uma surpresa com o Captiva', disse, durante um jantar em Detroit, EUA. Essa afirmação foi feita pouco tempo após o novo presidente da empresa no país, Jaime Ardilla, anunciar que o mercado brasileiro teria um Chevrolet importado do México. Como o Captiva tinha acabado de ser lançado na terra da tequila, não foi difícil montar o quebra-cabeças.
A surpresa a qual Pinheiro Neto se referia era o fato de que o Captiva mexicano não é o mesmo que está sendo vendido na Argentina, importado da Coréia. Trata-se, na verdade, do irmão gêmeo do Opel Antara, desenvolvido na Alemanha. Confusão de nomes à parte, o que importa saber é que são carros bem distintos. O modelo feito no México é um pouco menor, tem capacidade para cinco ocupantes (o outro leva até sete) e possui um design bem mais atraente.
Chevrolet Captiva mexicano
Chevrolet Captiva coreano
Vendido no mercado mexicano como Captiva Sport, o utilitário esportivo tem motor 3.6 V6 de 257 cavalos e tração dianteira – a versão 4x4 também é produzida por lá, mas só para enviar aos EUA, onde é vendida sob a marca Saturn. Isento do imposto de importação (por conta de um acordo entre Brasil e México), o Captiva chegará na metade do ano com preço estimado abaixo dos R$ 100 mil. Além de enterrar a Blazer, será um concorrente de peso para Honda CR-V (que em breve também ganhará cidadania mexicana), Hyundai Tucson e Toyota RAV4, entre outros.
Antes mesmo da dica de Pinheiro Neto, Autoesporte já sabia qual seria o verdadeiro Captiva vendido no Brasil, e já estava no México avaliando o modelo com exclusividade. Quer conhecê-lo? Confira na edição de fevereiro da revista.
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